Obsessão pela cultura do estupro

Quando as mulheres do movimento feminista se reúnem pra defender uma causa dita “social” vai dar merda. A obsessão pela cultura do estupro é um indício de que está tudo fora de controle na vida das mulheres modernas, e está tudo indo mesmo de mal a pior em relação a vida afetiva dos nossos pares. “Ela acorda de manhã bem cedo, toma um banho e se veste socialmente comportada; após uma xícara de café tranca a casa, pega o carro na garagem e vai para o trabalho. Na volta pra casa depois de mais um dia de serviço na empresa da qual ela é diretora executiva o carro enguiça e ela fica a pé e nem se dá conta que o pneu furou. Ela desce do carro, olha para os lados (já passou das dez horas da noite) e vê que a rua está deserta. Olha para um lado e para o outro mas não tem ninguém para pedir ajuda quando outro carro com o vidro escuro para, o vidro da frente se abre e de lá de dentro sai uma voz masculina perguntando se ela precisa de ajuda. Ela olha assustada e diz que está tudo bem (mentira!). Uma hora depois ela liga para o corpo de bombeiros e pede resgate. Na manhã do dia seguinte ela acorda em sua cama para mais um dia em sua rotina. Os anos se passam e ela envelhece, e ao acordar mais um dia em sua cama percebe que está sozinha e sem ninguém para compartilhar sua vida.”

O vitimismo nos faz retroceder em meio as adversidades do dia a dia, as mulheres de hoje em dia, sem se dar conta tem sofrido com isso diretamente. As escolhas que fazemos determinará o sentido de nossa existência no mundo real, e por isso temos que ser fortes e determinados sem nos deixar-nos influenciar por quaisquer ações indiferente ao nosso propósito no qual acima de tudo vem nosso aconchego interior em que damos prioridade a tais coisas como família e amigos em um bom relacionamento antes de nos preocuparmos com nossos bens materiais.

A vitimização social das pequenas minorias tem servido como discurso político e isso tem alavancado uma onda sem precedentes de auto mutilação tanto física quanto psicológica dos indivíduos em questão passando por variações dentro do próprio discurso e causando sérias consequências na sociedade como um todo. A relação entre o individuo em sua liberdade e integridade moral com o sujeito de massas fere a concepção de valores na própria pessoa em matéria de conceitos gerais acerca do que significa liberdade e autonomia. Isso tem causado grandes distúrbios àqueles que são vitimizados.

As pessoas não devem ser representadas pelo coletivo mas por elas mesmas, sendo assim o feminismo não é autossuficiente pra referir-se como protetor legal de todas as mulheres fora do seu círculo. Todos os seus assuntos relativos as pautas as quais delegam devem ater-se as quatro paredes dentro de sua jurisdição não ousando interferir fora de seus domínios legais.

Alguns fatos o que mais me preocupa é a coerção indevida que sofrem, e como parte desse drama sofrido por via de tais coletivos a menor chance que se tem de escapar não a garante que saia ilesa de tal situação de ser coagida com diegeses absurdas quase que ficcionais mas que penetram na mente emocional fazendo-se cativa de ações indesejáveis bloqueando a percepção entre os sentidos e a razão. Torna-se então primitivo o instinto que pondera o intelecto e o resto padece do deslize causado. As “vadias” (como desejam ser conhecidas) não sabem ou não presumem o tamanho da desordem que estão causando em todos os sentidos do que se quer dizer “emponderamento” e mesmo no caos em que instalam pretendem instaurar o seu reinado de sofrimento e de involuntária submissão às outras mulheres, pois não reconhecendo biologicamente sua natureza fazem-nas submissas a suas vontades sem lhes restar qualquer tipo de posicionamento pessoal a opinião ou pensamento privado. E como uma de suas principais criações a “cultura do estupro” se torna a cada dia uma maneira de manipular com falácias perniciosas o pensamento girando em torno da sociedade falsas expectativas no cenário público sobre o que realmente acontece por aí, vitimizando cada vez mais o feminino e tornando mais selvagem e clandestina a figura do homem.

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