O fim da masculinidade imaginativa

Parece mesmo que o efeito tão desejado e minuciosamente plamejado pelas moças revoltosas e de atitude (me refiro a mulheres tais como Virginia Woolf, Simone de Beavoir entre tantas outras e seu exército de seguidoras) não saiu da forma como o esperado a longo prazo, pois como efeito de tal o inesperado está acontecendo: o exército de homens está de volta à ativa e com mais determinação do que aqueles nossos antepassados que ambora pestanejou quando a humanidade mais precisava dele e com isso facilitou a decadência moral da mulher moderna também realizou grandes feitos que em nenhum momento seria prodigiosamente realizado por outro ser (como mulheres e crianças.)

O fim chegou para todos os que achavam que a masculinidade embora em crise fosse a ruína, e da ruína a óbito. O ressurgimento de homens que quando o desastre atinge estão sempre a postos a serem homens que não fogem dos desafios mesmo em mazelas das quais a vida põe em seu caminho, não desistem de lutar pelo bem e pelo ideal no qual está estabelecida sua honra desde os primórdios – e isso, sem dúvida é algo tremendo, – já era algo de se esperar, pois o fim ou a extinção do mesmo seria como se a estrutura que sustenta um edifício fosse deslocada. A figura masculina é tão necessária quanto a figura feminina, no entanto não se deve substituír um pelo outro dentro de um sistema constantemente em mudanças onde cada qual tem seus papéis funcionais estabelecidos numa ordem permanente. A propósito em um lar onde há distinções claras e que o marido é o chefe da casa e sua esposa a administradora seus filhos crescem em tal ambiente onde ele possa ali distinguir e desenvolver suas habilidades sociais adquirindo um ensino para que ele tenha como se comportar na vida. Isso nos mostra o quão fundamental é para o desenvolvimento social e psicológico do indivíduo que ele tenha um pai e uma mãe pra servir de espelho e de aprendizado dentro de casa. A civilização não sobreviverá sem a imagem real e ativa de homens que estejam dispostos a se sacrificar por sua família sem postergar o seu dever em meio a crise que assola a masculinidade nos tempos modernos.

Que os verdadeiros soldados se ergam no front e batalhem incansavelmente por todas as coisas as quais eles construíram e assim assegurem para todas aquelas gerações que virão a existir.

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