A islamização ocidental e o califado

“Por tudo que amam nesta bela terra eu peço que resistam, homens do Ocidente!” – Aragorn

Começo este texto com uma frase da trilogia literária do escritor inglês J.R.R. Tolkien “O Senhor dos Anéis” onde o personagem Aragorn II, ao liderar um exército de homens em sua última batalha pode observar nos olhos de seus guerreiros cansados um sentimento desfalecido e de medo onde a falta de ânimo e esperança é notória. Em seu cavalo, pronto pra então liderar seu exercito cansado ele se ergue em um clamor aos homens do Ocidente com uma veemência branda aos que com ele se ajuntariam naquela batalha a fim de encorajá-los. Nada de casual ou acidente literário, o homem do Ocidente nos dias modernos vive um desespero existencial casuístico da nossa era presente, tentando se refazer aos moldes antigos proeminentes em escala moral, entre tropeços e desequilíbrios contínuos desvalorizado dentro da própria cultura moderna enfrentando o temor de sua extinção iminente. O mundo moderno ocidental está passando por uma mudança de crenças e valores nunca antes vista na sua história num processo muito rápido, e incontido. Nossas bases civilizacionais estão se diluindo à passos curtos demais e em longa escala o problema vem sendo agravado por processos de desestabilização social por nossos negociantes internos que colaboram com esse processo desde dentro, servos leais da desinformação formulada via institucional por agentes externos. Entre conflitos de valores propositadamente criados por nossos próprios agentes, temos também operadores externos agindo em conchavo com os de dentro na tentativa de domínio. Tendo entre eles os que trabalham para o projeto de islamização do Ocidente. Recentemente temos assistido uma profusão em total exorbitância nunca vista de ‘refugiados’ que, sem qualquer ou nenhuma reação contrária progridem e seguem conquistando cada vez mais espaço dentro da civilização, e desse modo, gradativamente vem se intensificando na alteração do nosso ambiente outrora tido como lar! E esse conflito entre as duas forças (civilização cristã vs. Bárbaros islâmicos) não começou nos dias de hoje, vem se dando desde Esaú e Ismael patriarcas desses dois povos, porém, isso se remete com mais fervor ao séc. X d.C. no momento que se deu início as Cruzadas quando o papa Urbano II convocou os cristãos pobres e ricos a lutarem contra os exércitos muçulmanos que haviam expandido seu território e dominado a Terra Santa. Tendo dado a efetiva atenção a questão dos supostos refugiados que, cada vez mais almejam fincar suas raízes nestes continentes ao Ocidente muito me preocupa saber que a maioria dos refugiados é composto por homens com idade entre 18 e 34 anos. Por que será? Em Londres, no Reino Unido já somam 85 tribunais islâmicos que implementam gradativamente a lei da shariah. Além do mais, quanto recebe um refugiado islâmico? E quanto ganham do governo os residentes Ocidentais? Refugiados Islâmicos recebem 3 mil euros por mês, quem paga a conta somos nós os contribuintes forçados a sustentar nossos próprios inimigos,enquanto maquinam nossa própria extinção.

Segundo uma pesquisa, 92% dos militantes de esquerda em Berlim vivem com seus pais. São esses agregados a essa geração criados a “leite com pêra” que servem de briguelas no controle fraudante de nossos negociantes internos dissolvendo nossa cultura, nossos costumes, nossas crenças morais que são a base da nossa estrutura como civilização organizada.

No Brasil, país de 90.000.000 de habitantes já se somam 2.000.000 de residentes islâmicos em solo nacional de nacionalidades diversas.

Toda essa trama visa romper um dos pilares de sustentação de qualquer povo ou país, o NACIONALISMO ou PATRIOTISMO, e entretanto tem gerado sérios conflitos entre forças representantes de interesses políticos partidários ou não. A iminente dominação econômica e cultural de grupos islâmicos tem provocado a reação de grupos nacionalistas de extrema-direita e isso tem levantado o debate público sobre diversos assuntos ligados ao mesmo ponto como protecionismo econômico, cultura ocidental, religião e Estado laico, extremismo religioso ou terrorismo islâmico entre outros pontos.

Dos países ricos adeptos da fé islâmica pouco ou nada se tem por ajuda concreta como por exemplo a Arábia Saudita que na cidade de Mina o governo central dispôs de mais de 100.000 tendas climatizas num território que ocupa 20 quilômetros quadrados que medem 64 metros quadrados que foram construídas na década de 90, que contém em suas instalações cozinhas e casas de banho e que poderiam abrigar quase todos os 4 mil refugiados da Síria mas que devido ao grande projeto islamizador global e também por causa de conflitos sectários se mantém desérticas por maior parte dos anos que se seguem. Entre aspas alheios a toda essa situação também se juntam a este outros países ricos da região e de domínio da mesma crença, tais como Qatar, Covaite e Emirados Árabes Unidos. Países como a Arábia Saudita prometeram acelerar esse processo construindo em solo Europeu na Alemanha 200 mesquitas para atenderem a demanda religiosa de mais de 500 mil novos imigrantes que se espera colonizar aquele local nos próximos anos. Dentre os deveres do homem ocidental estão honrar a pátria e proteger sua família, entretanto o homem moderno tem se esquecido destes princípios que o regem assim, deixando de lado tudo o que o constitui na condição de um homem. O meu apelo é para que a narrativa posta lá no início do texto do personagem Aragorn II do romance do escritor inglês J.R.R. Tolkien não se perca nos caminhos do homem moderno, e que o homem do Ocidente (ou os homens) se levante à tempo de restaurar a sua casa e livrá-la dos invasores que tentam saqueá-la e tomar para si. E que Deus nos proteja!!!

 

 

 

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