A teoria, ou o discurso do “rabo”

O politicamente correto tem causado um grande desgaste nas culturas locais por onde consegue se fixar como estaca no seio da sociedade ocidental pelo comodismo social, e sem precedentes gera sérios transtornos ponerológicos nem sempre passiveis de reversão que sem precisão provocam a alteração no comportamento social com efeito de se expandir e proliferar até o máximo de seu alcance à degradação de gerações.

Gerações e culturas inteiras continuam sendo devastadas e moralmente trucidadas por políticas públicas embasadas em ações perversas e de cunho totalmente subversivo causando assim uma onda de desmanches de toda uma estrutura organizada na ordem e na disciplina popular provocando a morte da civilização no ocidente. Ações efetivas sendo reproduzidas no âmbito desestruturado paralisando o percurso congênito em função de uma despadronização do agrupamento coletivo, essa mesma confraria que, sendo reagrupada dentro de um conceito deflagrado e ensimesmado na desordem e no caos num deslocamento de sua psicose degenerada expressa ativamente dentro de sua doença psicogênica de massa declaradamente assola em dianteiras posicionando-se em setores diversos (jurídico, cultural, eclesiástico e etc…) estrategicamente se colocando a disposição de um árduo processo de engenharia social fixando-se em seu propósito final que é a total destruição da única civilização existente.

Dessa seguinte forma, todo e qualquer reagente revolucionário que se move no interior dessa mesma bolha colabora efetivamente para o sucesso conseguinte da ordem desestrutural promovendo o evento sórdido que se está propenso a efetuar de maneira calculada e descaracterizada com todas as colunas ou suportes que nos fornecem sustentação legal, e portanto legítima para agirmos de forma natural em harmonia com a natureza constituída descaracterizando sua própria legitimidade na essência.

Os ditos “idiotas úteis” são componentes dessa trama por vezes monolítica em sua substância geral , participando de manobras que em etapas submergem ao apogeu de um jogo às vezes inconstante como partes integrantes onde os mesmos servem ativa e passivamente como manobra de um establishment convencido em seu propósito de que prosperará com todo esse falso suborno em que se dispõe do controle da grande mídia que vilipendia do intelecto por trás da opinião pública na inteira intenção de unificação em torno de uma horda de agentes da desordem camuflados de possíveis detentores da moral visando um pressuposto de liberdade quando o que se quer é o profundo encarceramento das massas pela divisão em pontos estratégicos que lhes dá o controle total sobre tais consignados.

As mesmas massas que se corrompem nesse jogo nada altruísta são aquelas que se convencem nesse processo todo de que são de fato legítimos representantes da ordem social cujo beneplácito coletivo se aplica ao suposto encargo ou ofício de se posicionar como o único e legítimo bastião em defesa das ditas minorias (as quais eu chamo carinhosamente de “frascos e comprimidos” íden “fracos e oprimidos”) destes se manifestam sobrepondo-se mais ativamente os movimentos gayzistas e faministas.

Supondo ou até mesmo investigando a exímia ação desses sujeitos no coletivismo organizado de sua horda na militância devo então basicamente fazer o esclarecimento de que sem qualquer sombra de dúvidas sua própria excreção residual no meio da sociedade por si mesma já causa anulações no modo normal de proceder no vínculo social normativamente obtido, testado e aprovado como padrão, facilitando o processo de alienação da população lhes tornando por meios psicoativos seres vulneráveis. Terminado o processo de imbecilização do povo em sua totalidade tornam-se ativamente elementos fáceis de se manipular.

Sem adornos, isso tudo se complementa num ciclo vicioso que se regenera gradativamente transtornando meramente as afeições das quais em conjunto se tornam num rígido processo de complementação um só unificando as formas segmentadas, por razões desprovidas do senso comum alheio as suas nuances descabíveis de observações externas.

As ações imediatas ou a longo prazo se sucedem no âmbito popular causando um efeito reverso em causa própria contra os mesmos idiotas úteis que se ariscam nessa guerra de narrativas pronta. Daí, se percebe o quão ineficiente se torna a grande massa valetudinária quando entregue ao domínio total das mínimas massas organizadas. Em vista do destino que se espreita é clara a evidência de qualquer participação do controle social como manobra orquestrada por aqueles cujo caráter se sustenta. O discurso no entanto é um sinal mais do que notório de que as coisas estão erradas e que o rumo tradicional está se perdendo aos poucos por meio da narrativa reforçada de um mínimo porcento da população e daí contaminando a grande massa transformando aos poucos todo um dialeto comum em expoente de uma sinfonia sem som e sem nenhuma base orquestral soando aos berros sem um menor sentido dentro da linguagem. E dessa maneira se desconstrói uma civilização.

 

 

 

Anúncios

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: