Patriarcado, poligamia e cultura ocidental

Como resolver o problema da desigualdade populacional entre os sexos? Por que a final sensos comprovam a legítima desigualdade porcentual na sociedade na qual 50, 5% da população mundial são de mulheres, em contrapartida ao senso formulado onde somente 49,5 % somente são homens. Homens morrem primeiro devido a seu estilo de vida menos precavido em relação ao sexo oposto, e isso não vem de agora. Nós homens nos arriscamos mais em nossa curta jornada na vida; desde a pré-história nós somos de uma forma ou outra responsáveis pela tutela não somente de nosso lar mas moralmente falando de toda e qualquer sociedade que possa existir afim de subsistir a tempos, sendo assim, a resposta historicamente testada e aprovada através dos tempos e culturas diversas sob esse dilema seria a poligamia.

A poligamia se faz quando um indivíduo legalmente se relaciona intimamente com mais de um parceiro fixo em torno de sua vida conjugal. Dada essa definição é bom esclarecer alguns pontos importantes do estado individual como as diferenças nos casos feminino e masculino separadamente, são esses a poliginia e a poliandria. A poliginia é quando um homem é casado com mais de uma esposa e ao longo da história humana é muito comum encontrar em certas sociedades, enquanto a poliandria se faz quando uma mulher tem mais de um marido e é raro de se ver e muito incomum, inclusive refletido sobre os aspectos morais e políticos que sustentam até mesmo o outro caso dado ao oposto deste mesmo caso, temos como exemplo a Europa pós segunda guerra mundial no qual o número de mulheres era de 7.300.000 a mais do que o número registrado referente aos homens sendo que 3,3 milhões delas se tornaram viúvas após terem perdido os seus maridos na guerra, esse era um grande problema daquela época: muitas mulheres pra poucos homens. Nesse cenário todo víamos 167 mulheres com idade entre 20 e 30 anos na faixa similar mas em proporção maior do que os homens que juntos somavam uma parcela abaixo desse valor (apenas 100 por cada em comparação). Dado esse cenário, o que se deu em resolução foi a poliginia como um dos meios mais salutar em questão no qual a sociedade precisava se reconstruir tanto física quanto moralmente e pra isso contava com meios de reproduzir e poder manter os seus valores ocidentais tendo-se sugerido como fórmula operante ativa dentro da poligamia. Diante de tantas ameaças e atentados contra a família no conceito moral e civil nos vemos diante de uma iminência mais que vigente de se validar essa questão do casamento plural como necessário a nossa sobrevivência e de tudo aquilo o que carregamos em termos de princípios da nossa espécie.

Dado a descrição dos modos, o efeito hábil das fórmulas praticantes se constitui sob esferas culturais de modo de às vezes transcender as qualidades de se alterar na passagem do tempo dando o seguimento as tradições viabilizando o seu contato transcendente, e assim se sustém.

O patriarcado é o sistema base do fundamento e até da subsistência dos povos proeminentes pelo mundo, quer seja esse mundo civilizado ou não e se estende a todas (ou quase todas) as esferas de uma sociedade tais como social, política e econômica e tem se manifestado presente em diferentes culturas ao redor do planeta.

Dado o seu significado literal “a regra do pai” (patriarkhēs / πατριάρχης) a cultura patriarcal ou o patriarcalismo social vem se sustentando pelas épocas e culturas diferentes mas, mantendo o mesmo princípio que é a liderança maior outorgada ao homem ou chefe de família ou tribo vigorante, e assim é passado de geração em geração e diversos povos e culturas se divergem mas em modo conciliatório sobre sua aplicação prática na sociedade ultrapassando até mesmo a esfera temporal.

Os romanos apresentavam sua visão subjetiva a prática patriarcal dando cobertura totalmente totalitária a figura do chefe de família dado como encerrado somente no momento em que o mesmo falecia. Já na Grécia antiga, essa questão era vista de acordo com o posicionamento de cada uma de suas cidades-estado. Na cultura hebraica o patriarcado era organizado sob a divisão de doze tribos os quais concentravam suas famílias de acordo com a qual sua casa o denominava. Os homens eram sobre tudo encarregados do serviço militar, do sacerdócio e da liderança política. As mulheres exerciam o seu matriarcado garantindo assim a sua liberdade inclusive em funções religiosas como a de vidente e também dentro da liderança no cargo de juíza do povo.

Dado esses argumentos incisivos, porém, efêmeros em seu próprio conteúdo com veemente retórica concluo minha expoente que pondera questões acima abordadas.

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