A Legalização do aborto

O tema do aborto tem sido posto em discussão no mundo atualmente e tem gerado variações totalmente distintas e desconexas entre si. Grupos de diversos pensamentos com diferentes formações ideológicas tem se levantado e tomado partido nessa discussão tão ampla na sociedade e ambas as partes tem demonstrado em larga escala de interesse o domínio sobre a questão.

Há também um enfoque sobre este tema na perspectiva de monopólio direcionado a organizações internacionais, sobre a tutela da ONU através da corrente  “neomalthusiana” ou mesmo de expandir o seu domínio global a fim de suprir aos interesses do globalismo que segue paulatinamente seus interesses de unificar as nações em torno de um governo único que só poderá vir à tona após a redução significante de toda a população do planeta a estimativa de 80 a 90% em todo o território global. Não há melhor estratégia para se pôr esse plano em prática de uma maneira sorrateiramente sutil do que pela manipulação da opinião pública favorecendo a aprovação e o vigor jurídico e legislativo de pautas progressistas que colocam em atividade o não avanço do crescimento populacional (descriminalização e legalização do aborto e das drogas, casamento igualitário, multiculturalismo e liberalismo moral). Mas, se tratando de aborto esse não é um assunto fácil de se discutir, principalmente sendo eu um homem.

Vamos tentar: Pra todo início de qualquer discussão que envolve este assunto a primeira questão que é levantada é, “o feto com relação a sua formação dentro do útero pode ser já considerado uma vida, no entanto um ser à parte, ou somente um amontoado de células portanto incapaz de ser considerado ainda uma vida?” Das esferas da sociedade que mais se dispõem a debater esta incógnita estão a ciência, a religião (especialmente as religiões abraâmicas como o cristianismo, por exemplo) e alguns movimentos sociais em objetivo de base direcionado supostamente à pequenas minorias com o propósito fincado de beneficia-las mas que afinal servem de massa de manobra servindo assim aos seus próprios ideais partidários.

As principais razões que levam uma mulher a abortar eventualmente são: saúde da mãe ou do feto, mal formação do feto, doença hereditária ou transmissível, violação sexual ou estupro, maternidade precoce ou gravidez indesejada, e razões econômicas. Devemos nos ater aos fatos específicos antes de seguirmos a diante.

Antes da primeira menstruação de uma mulher que normalmente antecede a primeira ovulação (salvo as exceções) seu corpo mental e fisiológico ainda em estágio de formação generalizada não se encontra predisposto ao ato de em si conceber uma vida em seu ventre, por isso muitas meninas ocorrem a interrupção da gravidez até em razão de estupro em que geralmente é omitido a outros e em ambiente doméstico advindo de pessoas próximas ou que façam parte da família. Há também fortes relatos de mulheres que talvez inseguras com o diagnóstico de doenças ou deficiências graves ou incuráveis, mesmo por questões financeiras não obtendo uma situação favorável ao sustento ou manutenção daquela criança posteriormente vindoura decidem e às vezes com o amparo da lei pelo aborto. Casos diversos também se desenvolvem no aspecto de escolha entre uma vida e a outra quando há riscos que comprometem a vida da mãe e decide-se pôr em cheque uma vida em detrimento da outra vida apelando assim aos extremos vitais e irrevogáveis ao anulamento da vida de uma ou prorrogação da vida de outra.

Tem se estipulado por meio de pesquisas que o aumento do índice da pratica do aborto tem significância hegemônica em sociedades pobres e a taxa de crescimento é notória em países em que o aborto não fora legalizado em contraponto as diferentes estatísticas que revelam a diminuição dessa prática em países em que há legalização ao menos em alguns casos a mais ou a menos. Mais isso não é tudo.

Tem se questionado também, por meio de grupos mais conservadores na sociedade os diversos procedimentos pelo qual o feto dentro do útero da mãe esteja sendo submetido de maneira involuntária por consentimento materno e de outros colaboradores ao seu iminente destino. O dr. Bernard Nathanson, um dos principais e mais importantes pioneiros da causa pró-abortista nos Estados Unidos, ginecologista de formação e exercício da profissão dentro da medicina após anos de militância da causa em defesa da legalização do aborto reviu seus conceitos e depois de se tornar indubitavelmente favorável a causa pró-vida publicou um documentário intitulado “O Grito do Silêncio” que nele expõe tal prática de tortura brutal realizada nas clínicas especializas nesse procedimento em que ele mesmo outrora trabalhava.

Esses movimentos pró-vida tem cada vez mais aumentado sua pressão conservadora na sociedade ocidental principalmente por agentes reguladores e propagadores de opinião fixa de uma grande parcela da população como a igreja que desenvolve o seu papel fundamental como protetora e guardiã do que chamamos de “moral e bons costumes,” e também como visto anteriormente tem conquistado mais adeptos a causa; dentre tais vemos vários ex-militantes prós que se curvaram após devido a mudanças posteriores advindas muitas das vezes de suas próprias experiências pessoais do outro lado do muro.

Em contrapartida os ataques e reações por parte de progressistas e libertários tem de sobremodo se intensificado por segmentos divisórios de grupos distintos em nomenclatura mais que respondem pelos mesmos projetos de desconstrução e reconstrução da nossa sociedade em superfícies morais por vias de desinformação da opinião pública através das mídias sociais e propaganda como no vídeo abaixo:

Como visto nesse vídeo, os veículos midiáticos lutam incessantemente com todos os seus métodos de alienação da grande massa para implantar uma política de inversão de valores construídos desde a fundação da nossa civilização, para cumprir uma agenda global em benefício de seus financistas e subsidiários mundo afora. São inúmeras frentes de ataque, sobre tudo a família que sendo o pilar de toda e qualquer sociedade se tornou assim o principal alvo. Mas isso não é novidade ou coisa exclusiva da nossa geração. Políbio, um historiador grego (203 a. C. – 120 a. C.) famoso pela sua obra “Histórias”  sobre o mundo Mediterrâneo já narrara tal investida contra a família “quando Roma perdeu o conceito de família nós entramos na decadência.”

De tempos em tempos a sociedade se volta em investidas contrárias aos seus valores tradicionais. Mas é próprio da história que segue o seu rumo nesse “sobe e desce” de princípios e afinal, a instituição familiar sempre prevalece mediante a qualquer tentativa de dissolução ou mesmo de extinção total, pois sem ela não haverá mais civilização organizada, ou mesmo desorganizada; ela é a base da existência de todo e qualquer  aglomerado de gente que possamos chamar de povo, tribo ou sociedade. Por isso, seja o aborto como política de controle populacional ou algum outro meio que for, sem dúvida por razões óbvias não subsistirá pra sempre ou triunfará por muito tempo na ofensiva que por si só já prediz em um prognóstico mais que preciso o seu próprio fim. Sendo assim, o diagnóstico no entanto é que verdadeiramente a verdade dos fatos jamais poderá ser substituída ou ocultada, porque toda e qualquer disciplina conferida ao ser humano com o intuito de outorgar a respeito do que se refere a espectros humanos do outro deve assim então ser de antemão considerada fora de qualquer senso comum dentro do juízo perfeito, pois do que se vê são traços nítidos enraizados no próprio genocídio e na autodestruição contabilizada em camadas de camadas de degeneração social.

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