A invasão feminina no mercado de trabalho

Ao começar este texto quero me ratificar aqui de que ao escrever sobre o assunto não sustentarei todo e qualquer tipo de pensamento misógino que me venha por preconceito de reflexo (ação e reação) ao advento do feminismo que como um movimento bem elaborado de esquerda vem se apropriando de pautas relacionadas as mulheres principalmente, afim de listar como feito seu ações de conquistas sociais advindas do esforço bem vigorado por parte de toda a sociedade em comum acordo entre as partes, em especial as valorosas mulheres comuns, que ao fim da segunda guerra mundial (1939-1945) lutaram bravamente em seus esforços com um só propósito que se concentrava em reconstruir com os destroços e também as conquistas da guerra toda uma civilização moderna e contemporânea, valorizando sobre tudo os setores tradicionais e indispensáveis a sobrevivência da espécie humana: a família e a sociedade, – enquanto a maioria das mesmas perderam seus maridos e filhos no front de batalha lhes proporcionando a liberdade de viverem livres da tirania de uns poucos oligarcas denominados ditadores, detentores do Estado Maior afim de conquistas embasadas no poder único de dominação global e elitista a serviço de uma perspectiva concentrada em uma Nova Ordem Global, tais em ocasião como Adolf Hitler (1889-1945) na Alemanha, Josef Stalin (1922-1953) na União Soviética e Benito Mussolini (1883-1945) na Itália. Não desconsiderando que, nesse mesmo período mulheres eram convocadas (especialmente solteiras) juntamente a desempenhar funções até então com o advento da maior divisão de trabalhos ocupações em cargos e tarefas consideradas masculinas (não quero aqui citar exemplos.)

Quero também fomentar que propósitos isolados e ativismos partidários subsequentes de visões de Esquerda ou “progressista” não cooperam com a hegemonia do bem estar de toda a sociedade em sua maioria, mesmo dos interesses livres e espontâneos das pequenas minorias que almejam a reintegração de suas vidas a liberdade social de existir.

Um dos grandes mitos que rondam a civilização moderna atual é justamente algo ligado ao sistema patriarcal, o falso mito “religioso” de que o homem (líder da família monogâmica heterossexual, ou família mater) não somente é, como deve ser como absoluto o único provedor do lar. A própria história da humanidade em curso nos prova que não é bem assim (mesmo que o homem seja por dever moral – e o deve – o encarregado em seu papel familiar de prover o sustento para a casa, tal como o da mulher o de cuidar e zelar ativamente de toda a sua casa e criar o seu filho como mãe cuidadosa lhe proporcionando com todo o zelo uma melhor educação dentro do lar para que o seu filho/filha cresça e se forme pelos prospectivos exemplos inclusivos de ambos os pais em seus devidos papéis parentais).

Logo quando eclodiu a era das máquinas – por assim dizer – no final do séc. XVIII e início do séc. XIX, a indústria em seu progresso não hesitou em expandir os seus feitos aliados ao conceito econômico de livre mercado que o capitalismo lhe proporcionava oferecendo a todos o direito de se manterem autônomos ou não, elevando a perspectiva econômica ao nível pessoal tanto quanto no coletivo de um trabalho em grupo em que vários funcionários trabalham sob a tutela de um empregador ou patrão que o remunera segundo a sua função e desempenho no seu serviço. E com isso ele contava com o recrutamento voluntário para a manutenção da mão de obra tais como crianças e mulheres que, como pertencentes de uma casa patriarcal ou família mater colabora juntamente com o sustento e a manutenção do lar pertencente, tendo pois a opção de reter a sua renda pessoal ao consumo próprio ou agregar valor a renda familiar.

Antes da Revolução Industrial, mulheres e crianças trabalhavam juntos de seus pais, no que se refere principalmente a produção têxtil que se dava dentro da indústria doméstica para a contribuição da renda mensal de todos em conjunto.

Os benefícios e avanços sociais que se deram mediante a ascensão da Indústria ou sistema fabril não somente afluíram pelos âmbitos econômicos mas também soaram firmes em mudanças da própria saúde da população que em decorrência de adventos sociais anteriores a este tempo, nas eras pré capitalistas a qualidade de vida era significantemente inferior, como que logo ao surgimento da Revolução Industrial o aumento da população se deu em resposta ao auto índice de morte urbana à mortalidade infantil.

Aos críticos caviar da Revolução Industrial e do sistema capitalista no geral, argumentos não faltam desfazendo toda a falácia. Um deles vem do Professor T.S. Ashton:

“Há hoje nas planícies da índia e da China, homens e mulheres, infestados por pragas e famintos, vivendo pouco melhor, aparentemente, do que o gado que trabalha com eles de dia e que compartilha o seu local  de dormir à noite. Esse padrão Asiático, e esses horrores não mecanizados, é o destino daqueles que aumentam seus números sem passar por uma nova revolução industrial.”

Na tradição judaico-cristã (ocidental) o papel do homem como provedor nunca significou o impedimento da mulher (dona de casa, ou não) de se projetar de um modo ativo ou passivo a mesma ou igual função. Igualmente o homem, que mesmo sendo a mulher a zeladora do seu lar,  não se constrange na privação de seu direito de também fazê-lo, ou seja, de cuidar da casa de maneira a não prover sozinho o sustento.

Tentando percorrer pelas décadas vindouras posteriores as políticas iam se firmando em tentativa de regresso – na minha opinião, – as adequações socialistas que de propósito estariam se sustentando a base do coletivismo e da desordem social, é evidente que pela histeria coletiva fazendo uso de pequenas minorias na sociedade. Vários movimentos revolucionários surgiram em torno da questão que ressaltavam este princípio, um deles é o movimento feminista.

Por vertentes e suposições variáveis não obstantes a sua origem mas conflitantes em termos históricos, o feminismo tem surgido ao longo das décadas subsistente ao declínio e ressurgimento de novas teses e roupagens em meios de sobreviver e de se sustentar sem sucumbir ao insucesso ou ao inexistencialismo por completo se adaptando a novas modalidades e sustentações controversas abstensivas de fatos que comprovem o seu real propósito: a superioridade conflitante do sexo feminino mediante ao experimento em decadência moral e social do outro sexo, o sexo masculino já quase a beira da completa extinção moral.

Dados argumentos surgidos por dimensão intelectual, tem dado origem diversas correntes de pensamentos literários sobre modo que, na real proporção argumentativa cria-se um caráter misógino em seu próprio ventre.

Em detrimento ou perda expositiva tanto moral quanto às vezes material tem se valorizado por cunhos doutrinários em diversas esferas da razão humana conceitos filosóficos/sociais não abrangentes da causa própria e objetiva em tentativa de conhecimento frustrado de ação do sujeito. Nesse preâmbulo de formas e conceitos que se auto sugerem à existência ineficaz de ação se ergue então em meio ao cenário controverso e tempestuoso nomes como Simone de Beavoir, Betty Friedan, Kate Millet na eminencia da solidificação de uma doutrina desqualificada em estado de uso revolucionário que nada tem de superior a outras virtudes inexistentes.

Sendo declarado pública suas obras, tais como “O Segundo Sexo,” “Política Sexual,” “Mística Feminina” é claramente concebível a absorção social – a longo prazo – das afeições externas de valor altamente destrutivo a toda sociedade cujo os valores conservadores são diluídos na esfera anexando ao território cultural ferindo princípios e dando notoriedade a certos consentimentos substanciais que diferem ao tradicional valor então construtivo real embasado em qualidades múltiplas e eficazes em degradação persistente ao senso moral constituído normativamente em forma de preceitos evidentes e indissolúveis que sempre se reiteram a novas maneiras de subsistir garantindo a manutenção da espécie humana na civilização.

Causa deste mal social, mitos se proliferam e se transferem ao nível de crenças populares. Destes eu ressalto aquele o que mais me traz desconfiança no modo de abordagem ou no próprio conceito em si mesmo: 

<as mulheres recebem o salário vinte por cento menor em relação ao homem ao desempenhar a mesma função e no mesmo ambiente.>

As mulheres em geral ficam mais tempo se preparando e se profissionalizando antes do seu ingresso em qualquer área dentro do mercado de trabalho e por isso começam a trabalhar mais tarde e sua aposentadoria é precoce. Além do mais interrompem a careira com mais frequência e sua jornada de trabalho é menor do que a dos homens, além de, no geral o que se tem é uma procura nas áreas menos remuneradas referente aos homens e por isso o acumulo de capital, produtividade e salário um pouco menor.

Segundo pesquisas recentes, aqui no Brasil as mulheres ganham um salário 20% a menos do que os homens e isso é reflexo de mais anos de preparo e menos tempo no mercado como mencionei acima. Além do mais, na iniciativa privada o funcionário ganha de acordo com o que produz e se o empresário não considerar essa questão isso compromete os lucros da empresa além do seu funcionamento, e isso resultará futuramente até na falta de emprego ou no fechamento daquele setor caso não haja devida manutenção a ser seguida.

Outra coisa que eu gostaria de mencionar neste texto é a outra questão que envolve condições de trabalho, sim, porque é hegemonia nós homens sermos mais propensos a desenvolver trabalhos mais perigosos ou que demanda mais risco ou esforço físico ou até algo mais estressante e que exceda até mesmo o horário de expediente normal a ser seguido no tempo de serviço. Horários mais prolongados pagam mais e nós estamos mais dispostos a esticar o nosso tempo no trabalho e até dispostos a aceitar correr mais riscos em tarefas perigosas que não por acaso a remuneração é maior. Todos os fatores somados agregam valor a nossa renda mensal.

Aqui segue uma tabela mais precisa sobre questões divergentes:

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No livro “The Politics of American Feminism: Gender Conflict in Contemporary Society” o professor James T. Bennett do departamento de economia da George Mason University elabora mais de vinte e um motivos que justificariam esta questão. Os motivos, baseados em generalizações respaldadas por volumosas estatísticas são (entre eles se encontram alguns já citados por mim acima):

  • Homens têm mais interesse por tecnologia e ciências naturais do que as mulheres.
  • Homens são mais propensos a aceitar trabalhos perigosos, e tais empregos pagam mais do que empregos mais confortáveis e seguros.
  • Homens são mais dispostos a se expor a climas inclementes em seu trabalho, e são compensados por isso (“diferenças compensatórias” no linguajar econômico).
  • Homens tendem a aceitar empregos mais estressantes que não sigam a típica rotina de oito horas de trabalho em horários convencionais.
  • Muitas mulheres preferem a satisfação pessoal no emprego (profissões voltadas para a assistência a crianças e idosos, por exemplo) a salários mais altos.
  • Homens, em geral, gostam de correr mais riscos que mulheres. Maiores riscos levam a recompensas mais altas.
  • Horários de trabalho mais atípicos pagam mais, e homens são mais propensos que as mulheres a aceitar trabalhar em tais horários.
  • Empregos perigosos (carvoaria) pagam mais e são dominados por homens.
  • Homens tendem a “atualizar” suas qualificações de trabalho mais frequentemente do que mulheres.
  • Homens são mais propensos a trabalhar em jornadas mais longas, o que aumenta a divergência salarial.
  • Mulheres tendem a ter mais “interrupções” em suas carreiras, principalmente por causa da gravidez, da criação e da educação de seus filhos. E menos experiência significa salários menores.
  • Mulheres apresentam uma probabilidade nove vezes maior do que os homens de sair do trabalho por “razões familiares”. Menos tempo de serviço leva a menores salários.
  • Homens trabalham mais semanas por ano do que mulheres.
  • Homens apresentam a metade da taxa de absenteísmo das mulheres.
  • Homens são mais dispostos a aturar longas viagens diárias para o local de trabalho.
  • Homens são mais propensos a se transferir para locais indesejáveis em troca de empregos que pagam mais.
  • Homens são mais propensos a aceitar empregos que exigem viagens constantes.
  • No mundo corporativo, homens são mais propensos a escolher áreas de salários mais altos, como finanças e vendas, ao passo que as mulheres são mais predominantes em áreas que pagam menos, como recursos humanos e relações públicas.
  • Quando homens e mulheres possuem o mesmo cargo, as responsabilidades masculinas tendem a ser maiores.
  • Homens são mais propensos a trabalhar por comissão; mulheres são mais propensas a procurar empregos que deem mais estabilidade. O primeiro apresenta maiores potenciais de ganho.
  • Mulheres atribuem maior valor à flexibilidade, a um ambiente de trabalho mais humano e a ter mais tempo para os filhos e para a família.

Proclamado todas estas citações e argumentos, se as mulheres ganhassem menos do que os homens para desempenhar as mesmas funções dentro de um cargo em um serviço quer público, quer privado logo as mulheres estariam em  maior número e nós homens em desvantagem, posto que diante de dois candidatos com o mesmo potencial a contratação seria efetuada em cima daquele cuja mão de obra fosse a mais barata.

A meritocracia é o carro-chefe da civilização moderna que movimenta a economia e garante a manutenção de uma sociedade livre e prospera.

Seja homem ou mulher, o salário de um trabalhador sempre se dará levando em conta a sua produtividade e mão de obra. Isso é o que movimenta.

 

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